17/08/2008 12:31
Certas horas eu tenho realmente vontade de largar mão do mundo e antes ainda,das pessoas.
Faço um tremendo esforço para ainda acreditar na raça humana. Diariamente, em casa, na rua e até sozinha me deparo com posturas nunca antes aceitáveis. E eu até digo sozinha por me incluir, sim.
Definitivamete eu não me familiarizo com hipocresia e não mereço ser canonizada. Mesmo que eu não costume jogar lixo no chão ou nunca tenha roubado nada, em certas ocasiões o ambiente e algumas cirscunstâncias já me fizeram ser uma má menina.
Eu procuro sempre colocar em prática os valores que rigorosamente me foram passados, sejam pelos meus pais ao longo dos anos, adquiridos na escola ou até nas remotas vezes em que fui à missa. Índole e caráter são aspectos que prezo pra qualquer pessoa que cruze o meu caminho e deseje fazer parte dele diretamente. No entanto antes de cobranças eu procuro a prática. Desenvolvo esses dois critérios básicos de "bom cidadão" nas minhas menores atitudes.
Continuo assim, de forma considerável, passando alguns kilômetros longe do título de santa. A minha mente pode se tornar um esgoto se eu não tomar os devidos cuidados. Mas eu experimento me espelhar nos poucos. Acho até que se colocarmos todos em uma escala, certamente eu estaria bem colocada. É só utilizar o filtro, lembra?
Somente alguns anos de vivência e tive a honra de me deparar com as piores personalidades. Biporales, falsas, desgarradas, doentias, mentirosas, do mal... Do tipo que poderiam até virar mitos.
E sabe, não é por engano que coloco honra na frase anterior. Acho realmente que tenho sorte de já tão cedo ser capaz de dicernir comportamentos, seja por meio de olhares, uma conversa ou talvez pelo tempo.
Ironicamente foi a equipe preta quem me passou essa tática. A cada tombo dado e cara quebrada, uma nova lição. Até que a cartilha terminou.
Sendo assim, flores e medalhas para todas as exceções. Porque eu sei que elas existem.
enviada por Guria
12/08/2008 18:29
Se sentimentos, emoções ou frustações viessem em doses
adequadas as crises não existiriam.
E tu não te assustarias se nesse exato momento teu psicólogo
batesse tua porta oferecendo a mais conceituada edição da Barsa.
Fiquei sumida uns dias por motivos de mudança de casa e layout do blog, mas retornei. Ah!!! Como é bom voltar das férias, chegar na faculdade e ver todo mundo!!!
enviada por Guria
05/08/2008 10:06
Eu nunca gostei de balanças mesmo. Mas vem sendo impressionante a dificuldade que encontro em colocar as coisas nela. Aquele artifício bobinho e que às vezes até funcionava de colocar de um lado o que é bom e do outro o que é ruim. Daí o lado mais pesado se releva. Dependendo do resultado em quilos, você junta tudo. Pesou o que era bom? Segue o ritmo, continua a caminhada. Pesou o ruim? Joga tudo no lixo, aniquila, dá beijotchau.
É fácil na teoria. Difícil é quando os quilos são referentes às chateações ou prazeres. Quando as questões são de cunho emocional e o nome dessa feirinha maluca é a tua vida.
E todas as vezes que eu reuno os itens pra colocar no pratinho referente ao lado ruim, bate mais forte o lado esquerdo do peito e eu me vejo escondendo um monde de defeitos e problemas dentro da sacola. Sem nem ao menos pesar! E é um pesar mesmo. Porque a única que sai perdendo aqui sou eu. Levo pra casa um monte de coisas estragadas, podres e que todo mundo sabe que só presta se manter refrigerado. Tudo por medo! Presa a um passado que realmente foi lindo mas que está com o prazo de validade vencido. Que já não consegue alimentar sonhos, que deixa planos pra trás, desnutridos. Vou me enganando. Reconhecendo cada detalhe que provam que o fim é inevitável e passando por ele às cegas. È a promoção do leve 4 esponjas e ganhe um sabão em pedra. Não vale a pena mas você finge que está fazendo um grande negócio. Mostra para as vizinhas orgulhosa mas se pergunta o que vai fazer com tanta esponja ao guardar no armário.
No meu caso, o que difere é o armário vazio. Sem entusiasmo, largado ao pó e sem cuidados.
Me vejam 10 kg de coragem, por favor?
enviada por Guria
01/08/2008 16:57
Será que existe a possibilidade de a gente conseguir parar de pensar pelo menos por algumas horas?
Não, dormir não vale. Eu já tentei e depois do pesadelo dramático que tive em que eu usava o colar de pedras da minha mãe no meio do centro da cidade eu desisti dessa tática.
GURIA, NEM EU TE AGUENTO MAIS!
Estão vendo, não posso ficar em casa sem ter o que fazer.
Sempre sobra pra comida, pra seleção de músicas emotivas e para besteiras.
Certo, essa ultima semana estive em São Paulo, Museu, Praça, 25, enfim,... adoro.
São Paulo juro que não demoro a voltar.
enviada por Guria
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(O que é isso?)